segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Canto Geral

Nestes conturbados tempos, não há muita coragem para arriscar, nem sequer nas
leituras e assim,embora com uma nova pilha de livros (abençoadas ofertas de Natal !), prefiro embrenhar-me nos caminhos conhecidos e já pisados. Voltar a um livro que já lemos e nos deu prazer é a minha forma de encontrar paliativos para esquecer um pouco estes nossos governantes, nacionais e os do mundo. Assim, «Canto Geral» de Pablo Neruda vai ser um ameno companheiro das minhas noites
de insónia.
É aquela certeza de encontrar alguém muito conhecido e que parece ter escrito a pensar em nós, e nestes nossos tempos.
Há em tudo isto uma ponta de cobardia, eu sei ...

2 comentários:

O Guardião disse...

Enquanto me esforçava por curar uma arreliadora gripe, li que me fartei, vingando-me assim da falta de tempo (desculpas) de que me queixo. Também não arrisquei muito, confesso, e fiquei só pelos meus velhos conhecidos.
Cumps

Hugo Besteiro disse...

O meu chegou há poucos dias :)